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    BONECA DE PET...

    NUMA VISITA AO PARQUE VICTOR CIVITA, NO BAIRRO DE PINHEIROS, ME DEPAREI COM ESTA BONECA DE PET E FOI INEVITÁVEL ESSE ATO.

    NÃO RESISTI E CUMPRIMENTEI A BONECA.

    O PARQUE ESTÁ UM LUXO. FICO FELIZ POR TER CONTRIBUIDO COM A OBRA...

    QUANDO COORDENEI O PROGRAMA DE COLETA SELETIVA DA PREFEITURA DE SP, FUI ENCARREGADO DE CONVENCER A COOPERATIVA DE PINHEIROS QUE SAIR DE LÁ SERIA O MELHOR REMÉDIO. VISTO QUE A PREFEITURA ESTAVA DETERMINADA A TIRÁ-LOS. UMA VEZ QUE FORAM COLOCADOS NUM LUGAR INSALUBRE...PELA PREFEITA...

    BEM, MAIS DETALHES DESTA AÇÃO PODEM SER OBTIDOS POR EMAIL.

     

    VALEU. 

     

     

      



    Escrito por jetro menezes às 20h12
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    A R T I G O

    Qualidade de Vida com o IPTU Ambiental.

     

    O contribuinte ecologicamente correto, aquele que vislumbra uma cidade mais saudável e contribui para a preservação ambiental de alguma forma, precisa ser recompensado por ações que trouxerem resultados positivos. São muitos e desafiadores para qualquer metrópole os problemas ambientais, como o aquecimento global, a diminuição de áreas verdes, o acúmulo do lixo, o desperdício e a poluição de forma geral. Assim, nada mais justo ao cidadão de vanguarda que ajuda a reduzir o impacto negativo no ambiente do que receber reconhecimento e retorno, de uma forma simples: através de abatimento no IPTU.

    Quando uma empresa segue os parâmetros de ISO 14000, por exemplo, incorporando nas suas práticas de produção maneiras mais saudáveis de desenvolvimento, como implantação de novos padrões de produção e compra de matéria-prima, treinamento dos funcionários visando a sustentabilidade da empresa e dos produtos, coleta seletiva e reaproveitamento das sobras da produção, reflorestamento de áreas degradadas, reuso e tratamento de água, captação de água da chuva e tendo sua própria estação de tratamento de esgoto, também merece esse tipo de recompensa.

    Uma construtora que segue parâmetros sustentáveis de construção e opta por construir condomínios (residenciais ou comerciais) com itens de sustentabilidade, como, alem dos citados, espaço para plantio e horta, oficinas e palestras para moradores e funcionários, equipamentos de alto desempenho que reduzem o consumo de energia se encaixa da mesma forma nesse perfil.

    Imaginar a Prefeitura abrindo mão de receita (IPTU) para a Cidade ao dar desconto para contribuintes sustentáveis, neste momento de crise econômica, pode parecer insanidade. Mas essa medida pode aumentar os programas de educação ambiental, construção sustentável, coleta seletiva, aumento das áreas verdes, economia de energia, uso racional e captação da água e programas voltados para um ambiente mais saudável, alem de conscientizar mais o cidadão. Trata-se de uma proposta com objetivo ambiental como foi a taxa do lixo, com a enorme diferença de que o contribuinte terá desconto no IPTU, em vez de ter uma despesa a mais. É bom lembrar que durante a vigência da famosa taxa (uma das fontes de inspiração para o apelido “Martaxa” à ex-prefeita Marta Suplicy), muitos contribuintes buscaram implantar a coleta seletiva para pagar menos à Prefeitura. Já existem muitos empreendimentos particulares incorporando no seu cotidiano práticas sustentáveis.

    O desenvolvimento do novo IPTU Ambiental estaria nas mãos dos 55 vereadores e do prefeito de São Paulo. O critério de escolha e inserção do contribuinte no IPTU Ambiental caberia às subprefeituras, por meio de cadastro. O poder municipal não tem conseguido realizar programas ambientais de grande repercussão por falta de planejamento adequado. Esta é a hora. A causa ambiental merece reforço. O mundo mudou e quem governa uma “metrópole-país”, precisa ter ousadia e visão para administrá-la.

     

    Jetro Menezes, 40 anos, gestor e auditor ambiental. Consultor ambiental de uma incorporadora de condomínios sustentáveis e administrador de um parque municipal. É responsável pelo site www.jetropapelreciclado.com.br

     

    E-mail: jetropapelreciclado@uol.com.br

     



    Escrito por jetro menezes às 17h49
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    A R T I G O S

    A CRISE E O MEIO AMBIENTE

     

    A crise está sendo culpada por tudo o que acontece! Devemos admitir, claro, que se trata de um problema de proporções mundiais, com consequencias graves. Mas não significa que todo mal deve ser colocado na conta da crise. O momento é de tensão, mas não justifica o corte radical e rápido nos custos, sem ao menos buscar outras possíveis alternativas.

     

    Épocas de crise (e o Brasil já passou por situações bem mais alarmantes) exigem prudência e conhecimento para se avaliar o que pode ser deixado para segundo plano, o que é totalmente dispensável ou necessário. Mas uma análise mais profunda vai mostrar que o conceito de "custo" ou de "supérfluo" pode ser bem relativo e não estar de acordo com o crescimento que as empresas desejam.

     

    Serviços ambientais, como coleta seletiva, tratamento de esgoto e de água, captação de água da chuva, economia de energia e os treinamentos nesta área, por exemplo, não podem sofrer diretamente as conseqüências da crise mundial. Ações em meio ambiente precisam começar a figurar na lista das prioridades, dos chamados serviços essenciais e, especialmente diante da situação ambiental no mundo, não devem ser sequer consideradas “gastos”, mas investimentos.

     

    Além da área de meio ambiente, é comum num momento de pânico as empresas determinarem corte de funcionários, de investimentos em cultura e deixar até de investir na sua própria imagem, ao cortar gastos com comunicação interna e externa. Ao agir sem critérios, a empresa atrai problemas à frente e a falta de investimentos nessas áreas poderá tornar-se despesa no futuro.

     

    Para se ter idéia dos impactos na área ambiental, vale citar aqui o exemplo das cooperativas de catadores de materiais recicláveis. Materiais como papel e metais ferrosos tiveram queda nos preços em mais de 50%. As empresas que compram esses materiais não estão comprando no momento. Os preços caíram drasticamente e, para piorar, algumas indústrias estão importando sucata de papel por preço menor. Cooperados estão tendo que deixar as cooperativas por falta de comercialização dos materiais. Por conta disso, alguns locais onde há coleta seletiva estão ficando sem o serviço. Consequentemente, o lixo da Cidade tem maior volume e também aumenta a porção destinada aos aterros sanitários. Algumas cooperativas falam em cobrar pela coleta em alguns locais; afinal de contas, é um serviço. Mas nem todos os que geram lixo entendem a coleta como um serviço remunerado e, portanto, nem todos estão dispostos a pagar por ele. Se esse fato ainda não causou uma calamidade pública, certamente logo poderá ser ao menos um problema de saúde pública!

     

    A crise econômica nos dá a oportunidade de sabermos o que pode ser considerado sustentável. Autodenominar-se sustentável é bem mais fácil do que ser realmente sustentável. É num momento como este que se deve praticar o beabá da sustentabilidade: Reduzir, Reutilizar e Reciclar.

     

    Antes de cortar os gastos, empresas e empreendimentos imobiliários e comerciais  devem analisar com muita cautela os cortes. Deixar de investir num programa de coleta seletiva só faz aumentar o volume de lixo e trazer despesas com coleta e destinação final. Ignorar a importância de captar água de chuva e de investir em aquecedores de água pode aumentar as despesas com água e energia imediatamente. Deixar de informar, treinar e capacitar gente pode acarretar em perdas no futuro. Investir em meio ambiente é negócio certo, que gera resultados a curto e longo prazo. Se o gasto ambiental for visto como supérfluo, pode virar uma grande despesa em forma de multas, perdas de grandes transações comerciais e até comprometer a valorização da imagem da empresa. O que não é culpa da crise. 

    JETRO MENEZES

    www,jetropapelreciclado.com.br

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    Escrito por jetro menezes às 17h46
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    Escrito por jetro menezes às 14h49
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    quase mil leitores...

    quase mil acessos...

    que pouco, hein. mas, como diz um velho amigo: não é a quantidade é qualidade que vale...

    Mas, na verdade, depois de um longo tempo sem escrever no meu blog, hoje tive um acesso de escritor e lá vai...senta que lá vem conversa:

    Não existe nada neste mundo que mais me incomoda do que a letargia.

    Todos reclamam de tudo e de todos!

    Ninguém age, muda ou faz diferença ou diferente...

    A culpa sempre é de alguém, nunca assumimos a culpa, mesmo quando somos culpados...

    A culpa do desemprego, é do Governo...

    a educação é um lixo.

    a escola pública é fraca.

    não temos hospitais publicos suficientes.

    não temos universidades publicas suficientes.

    os nossos politicos são um lixo.

    é muito problema e pouca ação!

    o que podemos e devemos fazer para mudar a história?

    como diz um funcionário da parque onde eu trabalho: "é muito blábláblá, conversa fiada." 

    é verdade, ou mudamos ou sucumbimos nesse marasmo imbecil que nos encontramos.

    reclamamos de tudo e não fazemos nada!!!

    pois é, convoco à todos para uma mudança radical de comportamento, antes que seja tarde demais.

    um abraço.

    jetro. 

     



    Escrito por jetro menezes às 14h44
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    Querida Marina - Caíste de pé!

    FREI BETTO

    Caíste de pé! Tu eras um estorvo àqueles que comemoram, jubilosos, a tua demissão, os agressores do meio ambiente

    CAÍSTE DE pé! Trazes no sangue a efervescente biodiversidade da floresta amazônica. Teu coração desenha-se no formato do Acre e em teus ouvidos ressoa o grito de alerta de Chico Mendes. Corre em tuas veias o curso caudaloso dos rios ora ameaçados por aqueles que ignoram o teu valor e o significado de sustentabilidade.
    Na Esplanada dos Ministérios, como ministra do Meio Ambiente, tu eras a Amazônia cabocla, indígena, mulher. Muitas vezes, ao ouvir tua voz clamar no deserto, me perguntei até quando agüentarias.
    Não te merece um governo que se cerca de latifundiários e cúmplices do massacre de ianomâmis. Não te merecem aqueles que miram impassíveis os densos rolos de fumaça volatilizando a nossa floresta para abrir espaço ao gado, à soja, à cana, ao corte irresponsável de madeiras nobres.
    Por que foste excluída do Plano Amazônia Sustentável? A quem beneficiará esse plano, aos ribeirinhos, aos povos indígenas, aos caiçaras, aos seringueiros ou às mineradoras, às hidrelétricas, às madeireiras e às empresas do agronegócio?
    Quantas derrotas amargaste no governo? Lutaste ingloriamente para impedir a importação de pneus usados e a transformação do país em lixeira das nações metropolitanas; para evitar a aprovação dos transgênicos; para que se cumprisse a promessa histórica de reforma agrária.
    Não te muniram de recursos necessários à execução do Plano de Ação para a Prevenção e Controle do Desmatamento da Amazônia Legal, aprovado pelo governo em 2004.
    Entre 1990 e 2006, a área de cultivo de soja na Amazônia se expandiu ao ritmo médio de 18% ao ano. O rebanho se multiplicou 11% ao ano. Os satélites do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) detectaram, entre agosto e dezembro de 2007, a derrubada de 3.235 km2 de floresta.
    É importante salientar que os satélites não contabilizam queimadas, apenas o corte raso de árvores. Portanto, nem dá para pôr a culpa na prolongada estiagem do segundo semestre de 2007. Como os satélites só captam cerca de 40% da área devastada, o próprio governo estima que 7.000 km2 tenham sido desmatados.
    Mato Grosso é responsável por 53,7% do estrago; o Pará, por 17,8%; e Rondônia, por 16%. Do total de emissões de carbono do Brasil, 70% resultam de queimadas na Amazônia.
    Quem será punido? Tudo indica que ninguém. A bancada ruralista no Congresso conta com cerca de 200 parlamentares, um terço dos membros da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.
    E, em ano de eleições municipais, não há nenhum indício de que os governos federal e estaduais pretendam infligir qualquer punição aos donos das motosserras com poder de abater árvores e eleger ($) candidatos.
    Tu eras, Marina, um estorvo àqueles que comemoram, jubilosos, a tua demissão, os agressores do meio ambiente, os mesmos que repudiam a proposta de proibir no Brasil o fabrico de placas de amianto e consideram que "índio atrapalha o progresso".
    Defendeste com ousadia nossas florestas, nossos biomas e nossos ecossistemas, incomodando quem não raciocina senão em cifrões e lucros, de costas para os direitos das futuras gerações. Teus passos, Marina, foram sempre guiados pela ponderação e pela fé.
    Em teu coração jamais encontrou abrigo a sede de poder, o apego a cargos, a bajulação aos poderosos, e tua bolsa não conhece o dinheiro escuso da corrupção.
    Retorna à tua cadeira no Senado Federal. Lembra-te ali de teu colega Cícero, de quem estás separada por séculos, porém unida pela coerência ética, a justa indignação e o amor ao bem comum.
    Cícero se esforçou para que Catilina admitisse seus graves erros: "É tempo, acredita-me, de mudares essas disposições; desiste das chacinas e dos incêndios. Estás apanhado por todos os lados. Todos os teus planos são para nós mais claros que a luz do dia.
    Em que país do mundo estamos nós, afinal? Que governo é o nosso?"
    Faz ressoar ali tudo que calaste como ministra. Não temas, Marina. As gerações futuras haverão de te agradecer e reconhecer o teu inestimável mérito.


    CARLOS ALBERTO LIBÂNIO CHRISTO, o Frei Betto, 63, frade dominicano, escritor e assessor de movimentos sociais, é autor de, entre outras obras, "A Obra do Artista Uma Visão Holística do Universo". Foi assessor especial da Presidência da República (2003-2004).



    Escrito por jetro menezes às 14h40
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    POLUIDORES & DEPREDADORES DA NATUREZA...

    OS PREDADORES TEM NOME E ENDEREÇO CERTO.

    NA MAIORIA DAS PALESTRAS E/OU EVENTOS QUE PARTICIPO QUE TRATAM DA QUESTÃO AMBIENTAL É SEMPRE A MESMA LADAINHA.

    GRANDE PARTE DOS PALESTRANTES E DOS AMBIENTALISTAS SEMPRE DIZEM: "A SITUAÇÃO DO MEIO AMBIENTE É CAÓTICA E DEVEMOS FAZER A NOSSA PARTE" , " SE NÃO FIZERMOS NADA, DAQUI HA ALGUNS ANOS NÃO HAVERÁ MAIS RECURSOS NATURAIS...", "TODOS SÃO RESPONSÁVEIS PELA PRESERVAÇÃO AMBIENTAL..." E POR AÍ VAI.

    QUERO DIZER O SEGUINTE:

    RECONHEÇO QUE TODOS DEVEM BUSCAR ATITUDES MAIS ECOLÓGICAS DE VIVER E CAMINHAR NESTE MUNDO;

    O NOSSO CONSUMO DEVE SER PAUTADO POR HABITOS MAIS SAUDÁVEIS;

    DEVEMOS NOS PREOCUPAR COM O DESTINO DO NOSSO LIXO;

    ENTRE TANTAS OUTRAS PEGADAS ECOLÓGICAS QUE DEVEMOS E PODEMOS FAZER.

    MAS...

    A DESTRUIÇÃO DO MEIO AMBIENTE TEM NOME E ENDEREÇO CERTOS!

    NÃO PODEMOS JOGAR NA CONTA DAS PESSOAS A RESPONSABILIDADE PELO CLIMA INSUSTENTÁVEL DO PLANETA.

    AS GRANDES EMPRESAS QUE PRODUZIRAM SEM O MÍNIMO DE ÉTICA, SÃO RESPONSÁVEIS.

    AS AGÊNCIAS FINANCIADORAS, OS BANCOS, SÃO RESPONSÁVEIS.

    OS POLÍTICOS QUE FECHARAM OS OLHOS PARA A DEGRADAÇÃO, SÃO RESPONSÁVEIS.

    É ISTO! NOME E ENDEREÇO CERTOS. SÓ NÃO FALA QUEM NÃO QUER. É MUITO SIMPLÓRIO FALAR QUE A CULPA E RESPONSABILIDADE É DE TODOS...

    NÃO CONCORDO! TEM CULPADO SIM E ELES SÃO OS MAIORES RESPONSÁVEIS POR MANTER, NOS DIAS ATUAIS, O AMBIENTE MAIS SAUDÁVEL PARA AS PESSOAS.

    ESSES CITADOS, DEVEM CRIAR PRODUTOS MENOS POLUIDORES.

    DEVEM CONSTRUIR SEM IMPACTO NEGATIVO PARA O MEIO AMBIENTE.

    DEVEM CRIAR LEIS RIGOROSAS E TRABALHAR PARA QUE SEJAM CUMPRIDAS.

    NA POLUIÇÃO E DEGRADAÇÃO AMBIENTAL, QUEM MENOS É CULPADO É O POVO!

     

    COMENTE ESTE PENSAMENTO...

    TCHAU.

     

     



    Escrito por jetro menezes às 16h16
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    Boletim do Ibope


    Na seção: Notícias,IBOPE Inteligência - Área: Notícias\Sustentabilidade
    Data de publicação: 09/05/2008

    Pesquisa revela discrepância entre a intenção e a prática de hábitos de cidadania e sustentabilidade

    Segundo estudo do IBOPE Inteligência, 30% a 50% das pessoas que têm boas intenções não as exercem no dia a dia

    O IBOPE Inteligência - empresa do IBOPE dedicada a pesquisas nas áreas de consumo e eleitoral - participou do 3º Congresso Brasileiro de Empresas de Pesquisa, evento bienal promovido pela Associação Brasileira das Empresas de Pesquisa (Abep), que aconteceu em São Paulo nos dias 22, 23 e 24 de abril.

    Em um de seus papers, o IBOPE Inteligência revelou como o brasileiro tem dificuldade de praticar as idéias de sustentabilidade difundidas. Segundo o estudo "Cidadania Sustentável: Um chamado para a ação", é grande a quantidade de pessoas que, embora tenham conhecimento de práticas de cidadania sustentável, não as inclui em seu cotidiano.

    Na pesquisa, foram enumeradas as ações sustentáveis mais disseminadas na sociedade: consumo consciente, pirataria, separar o lixo, além de pilhas e baterias. Apesar de 70% a 90% dos cidadãos ouvidos terem afirmado serem bem-intencionados quanto a estes hábitos, apenas de 30% a 60% os exercem, de fato.


    Segundo os pesquisadores que assinam o paper, o levantamento também aponta para uma associação exagerada do termo "sustentabilidade" ao meio ambiente, estigmatizando o termo como jargão de ambientalistas - o que, não raro, pode causar repulsa em parte da sociedade, avessa ao radicalismo de alguns ativistas ambientais.

    Uma das conclusões do estudo, portanto, é o da necessidade de "resignificar" o termo sustentabilidade, que deveria ser encarado num sentido amplo, no sentido de fomentar carreiras sustentáveis, finanças sustentáveis, dietas sustentáveis, etc.

    Os autores do estudo avaliam, ainda, que os resultados sugerem uma relação "platônica" da sociedade com a sustentabilidade, como se fosse um sonho distante, muito difícil de ser alcançado.

    Para Silvia Cervellini, diretora de atendimento e planejamento do IBOPE Inteligência e uma das responsáveis pelo estudo, as pessoas encaram o exercício da cidadania sustentável como uma coisa muito dispendiosa, como hábitos de pessoas muito perfeitas: "Elas se sentem pequenas e imperfeitas diante da responsabilidade de cuidar do `planeta´, quando, na verdade deveriam pensar a sustentabilidade em seu microcosmo, aplicando em sua casa, em seu trabalho. O planeta, o coletivo, só pode ser salvo por indivíduos, por um conjunto de ações concomitantes", diz Cervellini.



    Escrito por jetro menezes às 16h03
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    Igreja Verde?

    Foi lançada no último dia 14/04, em Brasília (DF), a primeira
    EcoBíblia do mundo, numa iniciativa do Instituto Gênesis 1.28, que
    conta com o apoio da Sociedade Bíblica do Brasil (SBB). A nova obra
    servirá de instrumento para a disseminação do programa Igreja Verde,
    criado pelo instituto com o objetivo de despertar nas igrejas cristãs
    a importância dos cuidados com o meio ambiente.

    Leia mais em: www.aguaonline.com.br/materias.php?id=2531&cid=3&edicao=386


     



    Escrito por jetro menezes às 20h09
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    Boicote à presença de Guillermo Habacuc Vargas na Bienal Centroamericana 2008

    Já assinei, faça sua parte: assine e divulgue!

    Petição - Boicote à presença de Guillermo Habacuc Vargas na Bienal Centroamericana 2008

    Como muitos devem saber e até ter protestado, em 2007, Guillermo Vargas Habacuc, um suposto artista, colheu um cão abandonado de rua, atou-o a uma corda curtissima na parede de uma galeria de arte e ali o deixou, a morrer lentamente de fome e sede, como se fosse uma 'instalação perecível', nas palavras do 'artista'.

    Durante vários dias, tanto o autor de semelhante crueldade como os visitantes da galeria de arte presenciaram impassiveis à agonia do pobre animal.

    Até que finalmente morreu de inanação, seguramente depois de ter passado por um doloroso, absurdo e incompreensivel calvario.

    Pois isso não é tudo: a prestigiosa Bienal Centroamericana de Arte decidiu, incompreensivelmente, que a selvageria que acabava de ser cometida por tal sujeito era arte, e deste modo tão incompreensivel Guillermo Vargas Habacuc foi convidado a repetir a sua cruel ação na Bienal em 2008.

    Fato que podemos tentar impedir, colaborando com a assinatura nesta petição :

    http://www.petitiononline.com/13031953/petition.html

     

    ENVIE ESTA MENSAGEM A TODOS OS TEUS CONTATOS, POR FAVOR.

    UM VÍDEO DA COISA, PARA QUEM NÃO ACREDITA:   



    Escrito por jetro menezes às 20h05
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    Bolinhos de barro alimentam os desesperados no Haiti

    18/04/2008
    Marc Lacey*,
    Em Porto Príncipe, no Haiti


    A fome bateu à porta da frente do palácio presidencial do Haiti. Ela despejou-se pelas ruas, queimando pneus e enfrentando soldados e policiais. A fome derrubou o primeiro-ministro do país.

    A fome no Haiti, aquele vácuo na barriga sentido por tantos aqui, tornou-se mais intensa do que nunca nos últimas dias, à medida que os preços globais dos alimentos disparavam, chegando a subir até 45% desde o final de 2006, e transformando produtos de consumo básicos dos haitianos, como feijão, arroz e milho, em tesouros guardados a sete chaves.

    Recentemente os filhos de Saint Louis Meriska tiveram apenas duas colheres de arroz cada um como única refeição do dia, e não comeram mais nada no dia seguinte. Com o olhar embaçado, e tendo o seu próprio estômago vazio, este pai desempregado disse, com desespero na voz: "Eles olharam para mim e disseram: 'Papai, estou com fome'. E eu tive que desviar o olhar. É uma situação humilhante que deixa a gente com raiva".

    Os pobres comem barro
    No Haiti, onde três quartos da população ganham menos de US$ 2 por dia, e uma em cada cinco crianças padece de desnutrição crônica, o único negócio que prospera em meio a todo este cenário cinzento é a venda de bolinhos feitos de barro, óleo e açúcar, um quitute dos desesperados, que geralmente só é consumido pelos mais pobres.

    "Eles são salgados, contêm manteiga e a pessoa não sabe que está comendo terra", diz Olwich Louis Jeune, 24, que nos últimos meses tem comido com mais freqüência os bolinhos de barro. "Eles acalmam o estômago faminto".

    Mas o descontentamento dos dias de hoje no Haiti não está mais confinado ao estômago. Ele está expresso também em grafites nos muros da capital, e é gritado pelos manifestantes.

    Recentemente, Preval articulou uma resposta ao problema, usando dinheiro de auxílio internacional e reduções de preços por parte dos importadores para baixar o preço do saco de açúcar em 15%. Ele também diminuiu os salários de algumas autoridades graduadas. Mas essas medidas são consideradas temporárias.

    As soluções reais demorarão anos. O Haiti, com a sua indústria agrícola em frangalhos, precisa se alimentar melhor. O investimento estrangeiro é um fator chave para isso, embora investimentos exijam estabilidade, e não os saques e a violência generalizada provocados pelas manifestações contra a falta de comida.

    Enquanto isso, a maioria dos mais pobres sofre silenciosamente, já que essas pessoas estão demasiadamente fracas para partir para o ativismo ou muito ocupadas criando a próxima geração de famintos. Na enorme favela Cite Soleil, no Haiti, Placide Simone, 29, oferece um dos seus cinco filhos a um desconhecido. "Leve um", diz ela, embalando um bebê apático e apontando para quatro outros bebês esqueléticos. Nenhum deles comeu qualquer coisa hoje. "Leve-os. Só quero que você os alimente".

    *Lydia Polgreen, em Niamey, no Niger; Michael Slackman no Cairo, no Egito; Somini Sengupta, em Nova Déli; Thomas Fuller, em Bancoc, na Tailândia; e Peter Gelling, em Jacarta, na Indonésia, contribuíram para esta matéria.



    Escrito por jetro menezes às 12h57
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    O CASO DA MENINA NA JANELA...

    HÁ TEMPOS NÃO VEJO A IMPRENSA TÃO INVESTIGATIVA. O CASO DA ATUALIDADE, A MENINA MORTA E JOGADA PELA JANELA, TEM CAUSADO UM CLIMA DE EXPECTATIVA NAS PESSOAS.

    OUTRO DIA, ASSISTINDO À TV, UM JORNAL DE UMA EMISSORA MOSTRAVA CENAS DO PAI DA MENINA SAINDO DA PRISÃO. AS PESSOAS ESTAVAM EM FRENTE A DELEGACIA DE ONDE ELE SAIU PARA MANIFESTAR O SEU REPÚDIO.

    OUVIA-SE OS GRITOS DE ASSASSINO, JUSTIÇA!, SOCOS E PONTA-PÉS NO CARRO QUE TRANSPORTAVA O PAI E SUSPEITO NÚMERO 1. 

    POR QUE PESSOAS QUE NADA TEM COM ESTE CASO SE ENVOLVEM TANTO A PONTO DE AGREDIR O SUSPEITO?

    POR QUE A IMPRENSA NÃO FAZ O MESMO TIPO DE COBERTURA JORNALÍSTICA PARA ASSUNTOS DE INTERESSE COLETIVO?

    HORA, SÃO TANTOS ASSUNTOS PARA TRATAR COM A SOCIEDADE E VÊ-SE TANTAS PESSOAS, TANTOS VEÍCULOS DE INFORMAÇÃO, TANTAS CALÚNIAS E DIFAMAÇÕES COM UM ASSUNTO QUE NÃO NOS DIZ RESPEITO!!!

    NÃO QUERO QUE NINGUÉM PENSE QUE ESTOU DANDO DE OMBROS PARA O CASO. A MINHA INDIGNAÇÃO E REPÚDIO, SE DÁ PELA COBERTURA E TEMPO QUE A IMPRENSA ESTÁ DEDICANDO PARA ESTE CASO. COMO SE NÃO HOUVESSE MAIS NENHUM ASSUNTO PARA TRATAR...

    PARE E PENSE NA QUANTIDADE DE ASSUNTOS DO NOSSO DIA A DIA QUE A IMPRENSA PODERIA INVESTIR TEMPO, INVESTIGAR, PESQUISAR E ENVOLVER-SE. TRAZENDO INFORMAÇÕES PARA AS PESSOAS.

    FICO INDIGNADO E CONTINUO ACREDITANDO QUE SEMPRE É POSSIVEL MUDAR...

    UM ABRAÇO.

    JETRO.

     

     



    Escrito por jetro menezes às 18h30
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    Por que se fala tanto em sustentabilidade?

    As pressões sobre o meio ambiente são as mais diversas e vem de todas as formas. Pode ser através do crescimento populacional, da exclusão social e pode ser medida pelo Índice de Desenvolvimento Humano. Ela também se dá através da dinâmica de ocupação territorial – ou seja, os assentamentos autorizados e não autorizados, a expansão da área urbanizada e a redução da cobertura vegetal. Através da dinâmica econômica e dos serviços urbanos, como o consumo de água, a produção e disposição de lixo, o esgoto, as emissões atmosféricas, a distribuição modal de transporte, a motorização, o consumo de combustíveis, a transmissão e o consumo de energia elétrica, o uso de celular, o uso agroquímicos e as ocorrências envolvendo a fauna. Tudo isso é pressão no meio ambiente.

    Essas pressões trazem transformações negativas no ambiente natural e urbano. O que inevitavelmente acarretará em modificações no estado do meio ambiente e trará conseqüências trágicas para a sustentabilidade.

    Os resultados dessa pressão estão ligados à alteração da qualidade do ar, da chuva ácida, da qualidade e escassez de água, do aumento das áreas de risco de inundação e escorregamento, do assoreamento e da erosão, das áreas contaminadas, na alteração da cobertura vegetal trazendo conseqüências para a fauna e a flora, a falta de áreas de lazer, a poluição sonora e visual, a falta de arborização urbana, os problemas na conservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Paisagístico e etc.

    Esta situação traz graves problemas para a população em geral e como conseqüência surge os impactos na saúde e qualidade de vida: enfermidades e óbitos associados à poluição do ar e da água, doenças ocasionadas por animais e insetos. No Ecossistema: a perda da biodiversidade e as alterações no clima. Os impactos no meio ambiente permitem a vulnerabilidade urbana: causando inundações, escorregamentos, áreas contaminadas acarretando em problemas de saúde pública. Nas finanças públicas e privadas se dão através dos altos custos com captação, tratamento e disposição de água, de resíduos, despesas com saúde pública, despesas com conservação e restauração do patrimônio histórico, ambiental, desvalorização imobiliária e a perda da atratividade urbana.

    A sustentabilidade entrou em cena por conta deste quadro apresentado acima. Toda essa parafernália de impactos e as suas conseqüências têm causado mal estar na sociedade e no meio ambiente. Por conta disso as pessoas se mobilizam para dar a resposta. Essas respostas podem ser individual ou coletiva, contanto que o seu objetivo seja a sustentabilidade do planeta. Perguntas como: o que podemos fazer e o que estamos fazendo no momento? Podem ajudar na hora da tomada de decisão.

    A resposta da sociedade civil tem como objetivo central ações que venham aliviar ou prevenir os impactos negativos no meio ambiente, corrigir os danos, conservar os recursos naturais e contribuir para a melhoria da qualidade de vida da população, seja no âmbito global ou local. Esta resposta pode se dar tanto pela Prefeitura, como pela sociedade civil organizada, pelas empresas e até individualmente.

    Mas, o importante nessa caminhada é entender o conceito da sustentabilidade e não permitir que as ações se dêem por conta de modismo e sim por uma necessidade geral. Caso contrário, todos nós estamos sujeitos a insustentabilidade.

     

    Jetro Menezes, 39 anos, Gestor e Auditor Ambiental. Responsável pelo website de consultoria ambiental: www.jetropapelreciclado.com.br e pelo blog: www.jetromenezes.zip.net



    Escrito por jetro menezes às 20h53
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    PROPOSTA DA RITA LEE...

    Idéia de Rita Lee, no programa do Amaury Jr., a cantora e ativista Rita Lee teve uma daquelas idéias brilhantes, dignas do seu gênio criativo.Reclamando da inutilidade de quase todos os programas como :

    Big Brother, Casa dos Artistas , etc..ela deu a seguinte sugestão:

    'Colocar todos os pré-candidatos à presidência da República trancados em uma casa, debatendo e discutindo seus respectivos programas de governo.Sem marqueteiros, sem máscaras e sem discursos ensaiados.Toda semana o público vota e elimina um. No final do programa o vencedor ganharia o cargo público máximo do país.Além de acabar com o enfadonho e repetitivo horário político, a população conheceria o verdadeiro caráter dos candidatos.

    A idéia não é incrivelmente boa? Se você também gostou, mande essa mensagem para os amigos e faça coro pela campanha:

    Casa dos Políticos JÁ!



    Escrito por jetro menezes às 19h52
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    quem matou Odete Hoittmann?

    voce lembra daquela novela global onde o grande mote foi a morte de uma atriz que arrolou-se até o final da novela?

    estamos vivendo esta mesma novela com a morte da menina que está todos os dias na mídia?

    é claro que se trata de um evento de extrema cautela, que deve-se tomar o maior cuidado para não acusar ninguém sem que seja provado. porém, não é bem assim que tem sido feito. o pai e a madrasta já tem sido execrados pelas pessoas como os possíveis assassinos da menina.

    na minha modesta opinião esta acusação precipitada é fruto dessa cobertura insaciável da imprensa.

    parece que não está acontecendo mais nada no nosso País, no Estado, no Município ou na Vila que moramos. esta tem sido a novela do momento.

    Deixemos que a policia faça a parte que compete a ela. Nós não somos especialistas no assunto, não podemos nos pautar pelo que a imprensa apresenta. A polícia tem competência para apurar e acusar o ou a culpado(a).

    quanto a imprensa, sonho um dia que esta mesma motivação que está sendo utilizada neste caso, seja utilizada em questões mais próximas do nosso dia a dia. 

    Tem tanto tema para ser investigado pela imprensa: saneamento básico, agua potavel, dengue, escola pública de qualidade, eleições municipais, desperdício de alimentos, corrupção na política, entre outros tantos.

    também poderiam noticiar tudo o que traz benefícios para a sociedade: pesquisas inovadoras na saude, meio ambiente, industria...e muito mais...

    não podemos permitir que a mídia nos traga assuntos que não vão contribuir para uma sociedade mais justa e equilibrada.

    aí eu pergunto: será que nós queremos ouvir ou assistir coisas boas e agradáveis? ou matérias com morte e violência nos dão mais prazer?

    qual a sociedade que queremos e buscamos?

    pensamos numa sociedade justa, na coletividade?

    ou temos um pensamento individualista e não estamos nem aí com a sociedade?

    pense bem...

      

     



    Escrito por jetro menezes às 23h57
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